Titular: Helio Fernandes

domingo, 29 de julho de 2018


A conta do malogro da laboral é dos juízes
Com a reforma a situação passou a ser caótica para os sindicatos. Agora pode ser observado que as verbas rescisórias que historicamente representam a maioria das ações trabalhistas caíram mais de 80%.”

ROBERTO MONTEIRO PINHO                                           

A insubordinação da corte trabalhista há muito vem sendo alvo de críticas. Recente o ministro do STF Gilmar Mendes afirmou que o TST tem má vontade com as empresas. E disparou: "Esse tribunal é formado por pessoas que poderiam integrar até um tribunal da antiga União Soviética. Salvo que lá não tinha tribunal". A declaração do ministro foi publicada em diversos veículos de comunicação e se tornou um divisor entre a base do judiciário e a sua mais alta cúpula.
Para quem sabe ler um “pingo e letra.” O ministro do STF Teori Zavascki, reverteu a sentença de uma empresa que havia sido condenada a pagar horas extras no TST. Em sua decisão, Zavascki disse que a Constituição prevê que as normas coletivas de trabalho podem abordar salário e jornada de trabalho e se um acordo firmado entre sindicato e empresa não passar dos limites do que é razoável, ele se sobrepõe ao que está previsto na legislação. Mais recado.
No andar de baixo dessa metamorfose protagonizada pelos juízes do trabalho, estão seus servidores. Ferrenho defensor da extinção da justiça laboral o deputado Nelson Marchezan JR, na Comissão de Trabalho criticou o excesso de benefícios reservados para os servidores públicos: “Nós aqui geramos 16 mil empregos na Câmara. E o nosso trabalhador aqui ganha até R$ 30 mil por mês e tem auxílio refeição e tem auxílio creche de R$ 800 por mês. Enquanto nós temos analfabetos espalhados por todo o Brasil. A cobertura do ensino infantil é quase que vergonhosa, em quase todos os municípios. Mas quem ganha 30 mil por mês, tem auxilio creche aqui, em todo o Judiciário e em todo o Ministério Público”.
Ao concluir acentuou que o Estado é grande e toma renda do trabalhador e com um conselho: “É importante que a gente comece a defender aqui o interesse de quem paga o nosso salário, que é o trabalhador, porque esse é o menos comentado e ultimamente tem sido comentado e defendido nesse parlamento”.
Dados do Salariômetro da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), divulgados no dia 25 de julho indicam que as negociações protocoladas no Ministério do Trabalho no primeiro semestre deste ano recuaram 39,6% ante 2017. Segundo Hélio Zylberstajn, professor da FEA-USP e coordenador do projeto, a tentativa de incluir no acordo a contribuição sindical (que virou facultativa após a reforma), alegando aprovação em assembleia, é o seu maior entrave.
Sindicatos fecham portas  -Com o sistema de sindicato único e contribuição compulsória, o valor pago por trabalhadores é dividido, hoje, por 10.926 entidades, segundo dados do Ministério do Trabalho e da Previdência Social, mesmo sem que elas efetivamente representem tais empregados. Com a reforma a situação passou a ser caótica para os sindicatos.

Agora pode ser observado que as verbas rescisórias que historicamente representam a maioria das ações trabalhistas caíram mais de 80%. O relatório Justiça em Números, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mostra que, em 2014, elas representaram 44% das ações ingressadas no Judiciário. No relatório de 2017, já foram apenas 16,29% do total.

Fusão com a Justiça Federal - O fato é que os Sindicatos já estão a deriva e minguam seu caixa abastecido anteriormente pelo imposto sindical compulsório. Antes mesmo de sepultar o imposto, parlamentares que atuaram na Comissão da Reforma, criticaram o processo de eleição nos sindicatos, que em sua visão faz com que os líderes perpetuem interesses próprios ao invés de defender o trabalhador. “É estrutura arcaica, onde os presidentes trabalham para se reeleger. De interesse do trabalhador não tem absolutamente nada”.

Fonte desse colunista (a mesma que há dois anos deu subsídios para revelar aqui que o texto da reforma seria aprovado) próxima ao grupo que trabalha o projeto de extinção da justiça trabalhista informou que o limite para concluir a fusão com a Justiça Federal é quando o estoque de 18 milhões de ações for reduzido pela metade.

Para acelerar os números, “o governo vai determinar que a especializada promova diariamente acordos em processos que até  50% dos valores em que as partes fecharem acordo”.


sexta-feira, 27 de julho de 2018


RODRIGO MAIA (E DEM) APOSTAM TODAS AS
FICHAS EM ALCKMIN

HELIO FERNANDES

Exatamente ha 3 meses publiquei com exclusividade: o presidente da
Câmara não é mais presidenciável. Trocou a candidatura em 2018 pela de
2022. Seu lançamento agora, fragilizado, deu lugar a um novo projeto e
atividade conseqüente: coordenador de candidato forte, na sua
avaliação, praticamente invencível. Como coordenador tinha acesso a
todas as possibilidades para sua reeleição como presidente da Câmara.

Seu objetivo e conclusões se mostravam positivos, se dedicou
inteiramente a concretizá-lo. Estava conversando com todos os
presidenciáveis e seus partidos de origem, naturalmente avaliando
quem tinha mais possibilidades de crescer, favorecendo o crescimento
da bancada parlamentar do DEM. E investindo na sua reeleição como
presidente da Câmara.

Os mais íntimos dizem abertamente: "Rodrigo Maia é a maior revelação
da política brasileira". Não é absurdo ou  surpreendente. Está no
quinto mandato de deputado, 4 deles completamente desconhecido ou
ignorado.

No quinto mandato, o cargo de vice ficou vago, Maia acumulou
a presidência da Câmara com a presidência da Republica ocasional. E se
projetou de forma inacreditável, surgindo como presidenciável para
agora, 2018. Mas teve o bom senso de desistir e tentar aumentar o
cacife para 2022.

Durante os últimos 3 meses, colocou o pai também na jogada. Depois que
deixou à prefeitura, Cesar se candidatou a senador, perdeu. Mais 4
anos, derrotado para governador. Eleito vereador, é a sua vocação.
Agora, no fim da carreira, tenta rejuvenescer politicamente, candidato
novamente a governador acha que pode se eleger ajudando o filho.

Só que Rodrigo Maia cometeu o grande erro da sua estratégia. Decidiu,
escolheu, apoiou o ex-governador Alckmin. Na semana passada, ele
pessoalmente, e o DEM, partidariamente fecharam com o candidato do
desmoralizado PSDB e o inexistente PTB. Foi seduzido e convencido por
vários fatores, todos vulneráveis e sem a menor garantia.

1- Considera que Alckmin é o melhor candidato pessoal, a base
eleitoral de SP, preponderante. Em 2006 tinha tudo isso, era o mesmo"
picolé de xuxu", e tem mais 12 anos.

2- Maia avaliou que o empresário José Gomes, (filho do vice de Lula)
seria reforço poderoso. Convidado, declarou publica e taxativamente:
"Não serei vice de Alckmin". Não era uma opinião e sim um veto.  Não foi mais encontrado.

3- Considerou que Alckmin teria o maior tempo de televisão, trabalhou
muito para isso. Agora, inesperadamente, pode chegar a 5 minutos,
desperdiçará tudo, não tem o que dizer. (Carlos Lacerda e Brizola, com
esse tempo empolgariam o eleitor, ficariam esperando o dia seguinte).

4- A reputação de vestal do ex-governador, se esvaiu, ele se consome
em desmentidos. Mas os sinais não desaparecem.

Maia acredita que é porta-voz e conselheiro principal do candidato.
Deu entrevista á Folha, doutoral e até episcopal. Não deixou nada
para Alckmin, convencido que tem nada a dizer, o que é uma realidade.

Não para ser exibida dessa maneira Inacreditável mas textual: "Alckmin
precisará saber dividir espaços de poder e construir frente melhor".
Lógico que o candidato não gostou, foi tratado como primário.

Disse á repórter Marina Dias, que perguntou sobre a reeleição para
presidente da Câmara: "A disputa para presidente da Câmara, só é
revelada depois da eleição presidencial e da relação de forças no
Parlamento. È óbvio que se esse campo for vitorioso, e eu espero que
seja, e eu for eleito deputado, meu nome será lembrado e é forte".

Falsa modéstia na duvida sobre sua volta como deputado.
Arrogância em apregoar que é forte candidato á presidência.

Incoerência na duvida se volta deputado, e a certeza de que é forte
para se reeleger, presidente da Casa.

PS- Quanto a Alckmin, se o programa Roda Viva tivesse mais audiência e
prestigio, ficaria envergonhado com a própria entrevista.
 
MAIS RODRIGO MAIA
 
Mais de 3 meses depois de eu dizer que ele não era mais presidenciável.
4 horas após a entrevista quase de pagina inteira á Folha.
 
Horas depois que escrevi a matéria acima, que ele só vai ver agora.
 
Finalmente, ontem bem tarde, foi á televisão e afirmou: "Não sou mais
presidenciável"
 
Só não sabia quem não tomou conhecimento da minha revelação.


quinta-feira, 26 de julho de 2018


A ELEIÇÃO SEM CANDIDATOS VIÁVEIS

HELIO FERNANDES

Com as desistências esperadas e previsíveis, sobram 8 presidenciáveis.
Pelo menos 2 tentam trocar a cabeça da chapa por uma vice, também sem
nenhuma chance. A mediocridade de agora, muito diferente do que
ocorreu em 1989.

Depois de 21 anos de ditadura e uma eleição indireta, tivemos uma disputa 
representativa, com nomes respeitados, provocando pouca abstenção.
Doutor Ulisses, com apenas 5% dos votos. Mario Covas idem, idem,
decepcionando com votação insignificante, mas logo depois se elegendo
governador de São Paulo.

Leonel Brizola, depois de governador de 2 estados, cumpria seu sonho
de chegar à presidente. Luiz Inácio Lula da Silva, depois de uma
inexpressiva passagem pela Câmara, registrando a presença de "300
picaretas", concorreu pela primeira vez a presidente da
Republica. Quase chegou ao Planalto, indo para o segundo turno,
derrotando Brizola por menos de 0,5 por cento de vantagem.
por cento de vantagem.

Brizola desesperou, chamou Lula de sapo barbudo, voltou da fazenda do
Uruguai, não tinha outra solução a não ser apoiar Lula. Mas diante das
circunstâncias pré-determinadas, seriam derrotados pelo imprevisto da
máquina da televisão, e a conspiração do medo, despejando fortunas
para derrotar Lula e Brizola, surpreendendo e assombrando o país,

Agora, depois de 29 anos de peripécias, com a tenebrosa eleição do
farsante FHC, e a degradação da democracia, com o corrupto FHC doando
o país, e comprando a reeleição, e a conspiração parlamentar dos
corruptos Temer - Eduardo Cunha, 146 milhões de cidadãos eleitores estão
inscritos. Mas pelo menos a tendência ou expectativa é de que menos
metade desse total não tenha preferência por ninguém, a mediocridade
é total.

O quadro de presidenciáveis não está completo. A partir do fim do
recesso do judiciário, 1 de agosto, pode haver modificação, provisória
ou não. Lula continua grande incógnita, elegível ou inelegível.
PS- Ele continua favoritíssimo, mesmo sofrendo a conspiração judiciária.
PS2- E o poste indicado por Lula, (Wagner ou Haddad), cada vez mais influente.
PS3- Esse é o grande assunto, até 28 de outubro. E continuará, mesmo
depois da posse.

MAIS DE 130 DIAS DA MORTE DA BRAVA MARIELLE
 
Lutadora de todos os combates foi assassi  nada miserável e cruelmente.
Nesses mais de 4 meses, escrevi com insistência sobre o assunto. Desde
o inicio até completar 4 meses, deixei clara a autoria: MILICIANOS ou
POLICIAIS CORRUPTOS. Tanto faz mandantes ou assassinos contratados.
 
Desperdiçaram o tempo, deixaram as investigações em sigilo, não
avançaram nada. Agora, prenderam 2 milicianos por outros crimes.
DESCONFIAM que eles tenham participação no assassinato de Marielle. O
povo brasileiro quer certeza e não desconfiança.

"NÃO HA NINGUÉM MAIS CONSERVADOR, DO QUE UM 
REVOLUCIONÁRIO NO PODER"
 
A frase famosa, histórica e filosófica, se adapta perfeitamente a
Daniel Ortega. Muito moço, se transformou em herói popular, ajudou a
Nicarágua a se livrar da ditadura dos Somoza. Por mais de 60 anos, o
pai Anastazio e os filhos, dominaram ditatorialmente o país. Em 1979
os democratas sandini expulsaram os ditadores, empossaram um governo
popular, com eleições diretas.
 
Ortega foi dos mais atuantes, mas não se elegeu. Começou a dar sinais
de ambição pelo poder, de qualquer maneira. Rompeu com os sandinistas,
tomou o poder por pouco tempo, deixou de ser idolatrado, foi alijado,
voltou como um novo Somoza.
 
Durou algum tempo, cercado por grupos paramilitares, o povo se
revoltou. Ortega nomeou a mulher vice presidente, (uma "carrasca") os
filhos, riquíssimos, controlam os órgãos de comunicação. A Nicarágua
praticamente em guerra civil, o mundo pede a renuncia. Ortega e a
mulher respondem: "Vamos ficar até 2021"
 
Não ficarão. Até o fim do ano, o povo será vitorioso.
 
CARMEN LÚCIA PRESIDENTE ATÉ SEGUNDA
 
Deixa o STF e continua na presidência da Republica.  Assumiu
domingo,quando o usurpador foi  ao México. Hoje, o usurpador vai para
reunião dos Brics, na África do Sul, ela fica mais 3 dias.
Satisfação para Toffoli, a partir de setembro. Mas já teve
antecipação de uma semana.


quarta-feira, 25 de julho de 2018

A GUERRA DOS PRESIDENCIÁVEIS SEM VICES

HELIO FERNANDES

Está terminando o prazo de registro dos candidatos, e os personagens
que pretendem o cargo mais alto do país, se apresentam isolados. Os
vetos e as recusas se acumulam. Antigamente o cargo era disputadíssimo,
uma explicação: existem quase tantos vices que assumiram, quanto
presidentes que não terminaram o mandato.

No momento em que supostamente disputamos (?) uma eleição, quem está no
poder é um vice usurpador. Implantada e não proclamada a Republica, as
derrocadas começaram. O primeiro cidadão que ocupou a vice, o marechal
Floriano derrubou o presidente, também marechal, Deodoro, ficou no
seu lugar, sem ligar para ninguém.

O senador Rui Barbosa, conversando com o presidente do senado,
Prudente de Moraes (depois o primeiro presidente civil) comentou que
estava admitindo entrar com recurso no Supremo, para afastar Floriano
do poder. Este soube, mandou um recado a Prudente de Moraes: "Se o
Supremo aprovar HC contra mim, quem concederá HC aos ministros?".

Diante das ameaças, intimidações e perseguições não tão veladas, se
exilou na Inglaterra, mandou uma carta, renunciando  ao mandato.
Escrevia artigo semanal para O País. Voltou em 1994 quando Floriano
deixou o poder. Em 1996 se reelegeu senador. Foi 4 vezes candidato a
presidente, a primeira em 1910, a ultima em 1919. Em todas tinha que
selecionar, muitos queriam ser vice.

Em outras a mesma disputa acirrada pela vice. Agora, o vazio e o
isolamento. Convidados, muitos. Recusados, vários. Surgiu forte, o
nome de Josué Gomes, filho do vice de Lula. Alckmin insiste para que
seja seu vice. Empresário, reflete e resiste. Dona Marina, forte no
segundo turno, agora começa a conversar com um partido sem expressão
ou bancada, o PROS.

 O deputado Bolsonaro, fez 3 convites pessoais, todos recusados. Quem
trabalha com o estardalhaço habitual para ser vice dele, é a advogada
golpista, Janaina. Torço para que essa chapa se forme e se consolide,
seja registrada.

PS - Como o velho capitão não tem uma possibilidade em um milhão de se
eleger, o país se livra ao mesmo tempo, de 2 personagens negativos.
 
TRUMP: O GUERREIRO DESCONTROLADO, QUE PARA 
FUGIR DA IMPOPULARIDADE, SE REPETE, AMEAÇA COM 
A GUERRA NUCLEAR
 
Apesar da arrogância, da imprudência, e da farsa da supervalorização,
os EUA não mereciam um presidente tão irresponsável quanto o atual.
Sua vocação pelo negativo e destruidor, é insensata e inexplicável.
Tem obsessão de desfazer a maior parte do que foi feito por Obama. Seja
uma aliança dos países do Pacifico, ou o desrespeito e descumprimento
de acordos com Cuba e Iran.
 
Ou o desafio vazio e sem sentido, de mudar a sede da embaixada dos
EUA em Israel. Ficou sozinho e isolado, todos os países, potencia ou
não, repudiaram seu gesto tresloucado. Ele é hoje o mais impopular
dos presidentes. E contestado, reage com violência total, ameaçando o
mundo com uma guerra nuclear, colocando o mundo sob clima de tensão.
 
Assim que assumiu a Casa Branca, começou um duelo verbal e ameaçador
com a Coréia do Norte. O ditador desse país miserável, ninguém
conseguiu explicar, atingiu os pontos mais devastadores das armas
nucleares. Começou a fazer testes destruidores e assustadores. Trump
ameaçou a Coréia do Norte: "Ou interrompe essa escalada nuclear, ou vai
sofrer o que jamais algum país já sofreu".
 
Meses depois estavam conversando, o ditador da Coréia garantiu que
DESTRUÍRA TODO SEU ARSENAL NUCLEAR. Só um idiota e farsante 
como Trump acreditaria nisso. Que o adversário iria se despojar do seu 
poderio. As noticias que chegam de lá, contrariam tudo que foi (acertado) 
num único encontro. Como tem que ficar nas manchetes, descumpriu o Acordo
que Obama assinara com o Irã. O Irã suspendia seu programa nuclear, as
sanções foram eliminadas.
 
Trump rompeu o Acordo, usou as mesmas ameaças feitas á Coréia. Só que
o Irã, ameaçado, respondeu: "Se os EUA atacarem o Irã, essa será a MÃE
DE TODAS AS GUERRAS". O mundo está novamente pressionado e ameaçado
pelo pavor nuclear, também chamado de TERCEIRA GUERRA MUNDIAL. 
Nos EUA ninguém acredita na audácia do presidente, garantem que ele vai
recuar.
 
NÃO EXISTE NOTÍCIA AGRADÁVEL
 
Gilmar Mendes acabou de fazer 62 anos. Como a aposentadoria é com 75
anos, ainda temos 13 anos de suportabilidade. No quase fim de
2017, apogeu da intimidade entre ele e Temer, examinaram a possibilidade
dele se transformar em presidenciável. Ficou entusiasmado. Em março
deste 2018, precisava se desincompatibilizar para ser candidato.
Desistiu.
 
Como noticia ruim não tem fim, pedi a uma pessoa com transito no STF,
para saber quem paga as duas viagens de ida e volta a Portugal, onde

Gilmar tem duas Universidades. Não houve nem resposta.