Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

POVO ESCRAVO, CONFINADO E REFÉM DA AGIOTAGEM PÚBLICA E PRIVADA. QUANDO PROTESTAM, É “MERO ABORRECIMENTO”.  LULA NÃO CONSEGUE PROVAR A AUTENTICIDADE DOS RECIBOS DO TRIPLEX. O PTB-CARTÓRIO DE JEFFERSON, SÓ DÁ “BOLA, FORA”. SIGLA ADESISTA GOVERNISTA, FLUTUA HÁ ANOS SOB A ÉGIDE DA MENTIRA INSANA. PREVIDÊNCIA VAI SAIR NA “MARRA”. MORO E SEMPRE MORO. LULA NÃO VAI PASSAR IMPUNE.

ROBERTO MONTEIRO PINHO

O povo brasileiro vive confinado há anos. Submisso a uma ordem republicana, que foi montada para atender uma casta de políticos e atores do judiciário, acumpliciados com empresários e banqueiros. Todos são personagens nos elenco de crimes praticados, apontados, conforme milhares de publicações nos meios de comunicações e dos processos que tramitam nessa nefasta justiça tupiniquim.

È UMA COMUNIADE ESCRAVA, refém da agiotagem pública e privada. Tudo se pratica a luz do dia sem que ninguém defenda o cidadão. E quando procura o judiciário, é rechaçado com uma sentença de extinção por “mero aborrecimento”.

Decisões essa em Juizados Especiais, onde conciliadores leigos recebem a fortuna de R$ 30 reais por sentença. Em detrimento de juízes que ganham R$ 30 mil/mês.

O modelo eleitoral brasileiro é uma enorme mentira amparada em lei, tão vil quanto à maioria que dela se beneficia. Tudo para alcançar o poder através do voto popular compulsório (obrigatório), instituto tido como antidemocrático e desajustado da máxima de que a cidadania deve ser exercida dentro do principio do livre arbítrio.

São dezenas de partidos políticos, onde o intera corpus é o estuário para demandas criminosas, manipulação de contas, pagas com o dinheiro público, do vergonhoso “Fundo Partidário”.

Trata-se de um sistema falido, montado com o fito de favorecer “donos de partidos”, que manipulam candidaturas, que se elegem com o tempo do horário gratuito do rádio e da TV.
Um desses exemplos o PTB feudo do ex-deputado Roberto Jefferson que se apoderou da sigla para com ela seguir uma trajetória que envergonha a comunidade. E o uso da máquina serve tão somente para eleger pessoas da família, com o tempo de TV.

É o caso, da contestada, repudiada e impedida de assumir o Ministério do Trabalho, sua filha Cristiane Brasil, envolvida com fraude na relação laboral, fato criminoso e nada salutar para o contexto do trabalho.

Para quem acha que é pouco, os “gafanhotos da política” não cessam suas ações. Temos notícia recente que aponta a “falsidade” dos recibos do aluguel do apartamento doado em troca de favores ao ex-presidente Lula e sua falecida esposa.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu que o juiz Sérgio Moro reconheça como falsos os recibos do aluguel apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ação da Operação Lava Jato.

Os documentos foram entregues pelos advogados do petista para comprovar a locação de um apartamento que pertence a Glaucos da Costamarques em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. O MPF diz que o imóvel foi colocado à disposição do ex-presidente pela Odebrecht como contrapartida à atuação de Lula a favor da empreiteira.

Do mensalão a Lava Jato sem olvidar o passado funesto da política brasileira, o país, assiste atônico em capítulos, uma longa jornada de contradições, e escândalos de corrupção, que reúne os mais representativos (entre aspas) atores da política nacional.

Agregado a esse quadro está o judiciário, cujo modelo advém do Brasil colônia, moldado para blindar magistrados, que tudo podem e nada lhes atinge, a não ser a moral, que despencou no conceito da comunidade.

O governo do presidente, Michel Temer aprovou a reforma trabalhista. O texto contém pontos importantes para arrefecer a ira dos juízes trabalhistas que favorecem empregados em suas decisões, enquanto prejudica a segurança jurídica a exemplo: a ausência e a má aplicação de itens sobre execução.
Agora patina na reforma da previdência. Ocorre que por conta de uma decisão da Standard & Poor’s de rebaixar a nota da dívida pública brasileira, o Ministério da Fazenda pediu o engajamento do Congresso na aprovação das reformas estruturais. Em nota, a pasta informou que o governo está comprometido com o ajuste fiscal.
Assim o Brasil só retomara sua aprovação no cenário internacional, por meio da aprovação das medidas fiscais propostas. È condição sine quo non dos investidores internacionais.
A reforma vai sair na “marra”.
Entre as medidas o teto de gastos públicos, a reforma trabalhista (já aprovada), o programa de recuperação fiscal dos estados, a reabertura do setor de óleo e gás, a reformulação das políticas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a nova Taxa de Longo Prazo (TLP), que corrige os financiamentos do banco a partir deste ano.
Tudo bonito, perfeito, porém colocado em mãos negligentes e desastrosas, conforme vem ocorrendo há anos. A república é in finito uma grande e vergonhosa mentira!!!
E Moro e sempre Moro, Lula não sairá impune.


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