Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

CRIVELA NA FRENTE DE FREIXO NO RIO DE JANEIRO, EVIDENCIA COMPLETA. FATIAMENTO DA LAVA JATO É ESQUISITO. O PT DE LULA, APANHOU DO PSOL DE NINGUÉM. DITADURA DIVIDIU O SINDICALISMO, OS PARTIDOS E DIVIDE OPINIÕES. ACABARAM OS IDEALISTAS. FIM DE LINHA PARA OS MENTIROSOS, O POVO NÃO QUER SABER DE POLÍTICOS.

ROBERTO MONTEIRO PINHO

O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF, atendeu ao pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e decidiu desmembrar o principal inquérito da operação do inquérito que apura crimes envolvendo a Petrobras em quatro: um para crimes envolvendo integrantes do PT, outro para o PP, um para membros do PMDB na Câmara dos Deputados e outro para integrantes do mesmo partido que atuam no Senado.

Entre os nomes investigados nesses quatro inquéritos da Lava Jato estão o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o deputado cassado Eduardo Cunha.

Com o fatiamento autorizado por Teori, o inquérito original ficou destinado a investigar supostos crimes cometidos pelos integrantes do Partido Progressista. Entre os investigados neste primeiro inquérito estão os ex-deputados Pedro Correa e Luiz Argolo, os deputados Waldir Maranhão e Arthur Lira, e o senador Ciro Nogueira. 

Um cenário com personagens e fatos que empobrecem por demais a imagem do país e causa efeito devastador e também no bolso do brasileiro.

As investigações da Lava Jato identificaram que, no caso dos integrantes do Partido dos Trabalhadores envolvidos no esquema criminoso na Petrobras, a atuação do grupo seria "voltada à arrecadação de valores espúrios, com um alcance mais amplo se comparado àquele que se visualizava no início, objetivando, em especial, a sedimentação de um projeto de manutenção no poder". É o que aparece no relatório do inquérito/processo.

Entre os nomes que compõe o inquérito dedicado ao PT estão Lula, o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto, o ex-senador Delcídio do Amaral, o pecuarista José Carlos Bumlai e os ex-ministros Jaques Wagner, Edinho Silva, Ricardo Berzoini, Antonio Palocci e Erenice Guerra.

"Vislumbrou-se que os integrantes do chamado 'PMDB da Câmara dos Deputados', arrolados nestes autos, atuavam diretamente na indicação política de pessoas para postos importantes da Petrobras e da Caixa Econômica Federal. Além disso, eram responsáveis pela 'venda' de requerimentos e emendas parlamentares para beneficiar, ao menos, empreiteiras e banqueiros.

Entre os nomes que figuram na lista de investigados no inquérito 'PMDB na Câmara' estão Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Lyra, Aníbal Gomes, o líder do governo na Casa, André Moura (PSC) e o banqueiro André Esteves. Já o inquérito dedicado aos integrantes do PMDB no Senado implicados nas investigações da Lava Jato estão Renan Calheiros, Romero Jucá, Jader Barbalho, Vaudir Raupp e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Neste momento se fala na aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, responsável por determinar um teto para os gastos públicos nos próximos 20 anos. Branda o presidente Michel Temer que: “Ninguém pode gastar mais do que arrecada. Ou acertamos as coisas, ou não vai dar para recuperar nada até 2024, quando a dívida pode chegar a 100% do PIB", acrescentou.

A pior notícia para os petistas comandados por Lula, está no lançamento pelo governo, da nova campanha que tem como slogan “tirar o Brasil do vermelho”.

Em oito anos do governo Lula e seis da presidente Dilma Rousseff o que mais se fez foram, alianças com países como Cuba, Venezuela, Bolívia e ajuda a nações do terceiro mundo, a exemplo África.

Esse modelão aromatizado de esquerda, com essa embalagem de solidariedade, nos custou bilhões de dólares, que jamais retornarão para os cofres públicos. Ao contrário, serviu para que esses governos comprassem armas e militarizasse sua população.

O Brasil vegetou em 16 anos de PT (30 DE SUA CONTROVERTIDA HISTÓRIA) e ainda a síndrome da era FHC.

Em 1977 eu estava na Confederação geral dos Trabalhadores, apenas na condição de (sindicato inorganizado). No meio do caminho para dividir os sindicalistas, o governo militar, fez vista “grossa” para que surgisse uma Central (dita de esquerda) a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Dividiu, ficou com a massa pública, sua maior fonte de renda.

No ABC então Lula da Silva líder metalúrgico, se lançou na política partidária, se elegeu deputado federal por São Paulo, chegando à presidente da República, sendo considerada a maior revelação popular da história do Brasil. DECEPCIONOU, E NAUFRAGOU ao lado de sua protegida, e algoz dos petistas Dilma Roussef.

Da mesma forma os ditadores permitiram a criação do Partido dos Trabalhadores, como forma tambp0em de dividir a oposição. No lema “dividir para governar”, veio em 1978/79 à abertura política, a volta dos partidos e em 1982 disputamos uma eleição com o voto vinculado. Com o sindicalismo dividido e os partidos divididos, o Brasil da exceção, passou a ser o Brasil de poucos.

Convidado, aceitei e reingressei nas fileiras da CGT em 1992 para então ser diretor de relações Internacionais. Fizemos o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com um dinheiro administrado a partir dos cofres do BNDS, como subsídio para formação de mão-de-obra.

O FAT como todos sabem serviu e muito de fachada para enriquecer dirigentes sindicais escusos.

Falhou o modelo sindical, da mesma forma que o partidarismo, hoje um retrato que já configura o malogro. 37 partidos políticos.

Agora temos segundo turno na segunda maior e mais importante cidade brasileira o Rio de Janeiro. Um partido nanico, formado a partir de matrizes que iniciam seu curso nas escolas, universidades e alguns setores públicos. Uma massa manobrada ardilosamente e sorrateira, com bandeiras antes empunhadas pelo Partido dos Trabalhadores.

O Partido da Solidariedade e dito de esquerda PSOL, dividiu o PT, nas eleições. Nada fez, a não ser um ou outro quadro eleito. Dia 30 de outubro disputa o segundo turno no Rio de Janeiro. Seu candidato Marcelo Freixo um ex-presidente de Sindicato de Professores, que não vai ultrapassar 50% dos votos válidos perderá a eleição para um religioso de uma organização, que cresceu de forma espantosa, anunciando “milagres” para aos seus seguidores.

Marcelo Crivela está na frente, pesquisa do Ibope aponta ele com 51% da preferência dos cariocas. Freixo está com 25%.

Esperamos ao menos que “os que não nos representam” (alusão a manifestação de junho 2013), não seja a extensão de uma era mentirosa, danosa e fustigante administração para a comunidade.


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