Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

domingo, 11 de junho de 2017

ANÁLISE & POLÍTICA 
    “Informação com Liberdade de Expressão”

ROBERTO MONTEIRO PINHO

Afinal para quem serve o TSE?

Para seu colegiado homologar:

a) campanha milionária;
b) abuso do poder econômico;
c) empreiteiras contratadas pela Petrobras como parte de distribuição de propinas;
d) distribuição de cestas básicas em eventos de campanha.
Tudo comprovado, a decisão foi política (vide discurso do voto de desempate do ministro Gilmar Mendes).

O pobre rouba um alimento no supermercado é preso, condenado e cumpre a pena.

No STF Temer perde...

No Supremo é possível que o presidente Michel Temer tenha aprovado o pedido (ou pedidos) do impeachment. No momento, analisando, pesquisando, ouvindo fontes do colunista, existe a possibilidade de dois resultados pela acusação: 7 a 4 ou 6 a 5.

Os votos do Temer...

O ministro Gilmar Mendes certamente não vai contrariar a si mesmo, Alexandre Moraes e Lewandowski. Dias Toffoli, conhecido parceirão do PT, certamente acompanhará. Os demais votarão pela não cassação do mandato,

Os seis votos pela condenação

Carmem Lúcia, Celso de Mello, Marco Aurélio, José Roberto Barroso , Luiz Fux e Rosa Werber.

Decisão do TSE pode até anular o impeachment de Dilma

O advogado da ex-presidente Dilma Rousseff, Flávio Caetano, gostou demasiadamente da absolvição da chapa Dilma-Temer em 2014, por 4 votos a 3, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O patrono avaliou que a vitória o deixa mais forte juridicamente para sustentar a defesa da ex-presidente também no Supremo Tribunal Federal (STF), onde ela busca a anulação do impeachment.

"A defesa de Dilma Rousseff considera que a justiça foi feita e o TSE reconheceu os mais de 54 milhões de votos recebidos por ela em 2014. O TSE, assim, reconhece que o seu diploma e seus direitos políticos seguem preservados", afirmou o advogado.
Segundo ele, Dilma continuará buscando no STF uma decisão que reverta o impeachment aprovado no Congresso em 2016.    
Cabo eleitoral “chapa branca”.

A Justiça do Trabalho condenou uma empresa pública do Distrito Federal a pagar indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, a um empregado que diz ter sido obrigado, por seus superiores, a fazer campanha política para o Partido dos Trabalhadores nas eleições de 2014. O juiz Jonathan Quintão Jacob, em exercício na 17ª Vara do Trabalho de Brasília, considerou verdadeiras as alegações do trabalhador.

De que durante os meses de agosto, setembro e outubro de 2014 – três meses anteriores ao pleito daquele ano –, narra o trabalhador, ele e diversos colegas que trabalhavam na empresa foram obrigados, por seus superiores hierárquicos e chefes de setor, a fazer campanha política para os candidatos do PT à presidência da República, ao senado e ao governo do DF.
Panfletos, bandeiras, bonés, apitos  e santinhos
O trabalhador diz que recebia dos representantes da legenda, em conjunto com seus superiores, bandeiras, crachás, bonés, adesivos, panfletos, apitos, santinhos para fazerem campanha, principalmente em manifestações políticas que ocorriam no Setor Comercial Sul, nas proximidades da empresa e na Rodoviária de Brasília. Caso recusassem a comparecer aos eventos, os trabalhadores eram ameaçados, pelos superiores, de demissão, narra o autor da reclamação trabalhista, que pediu a condenação da empresa e do PT ao pagamento de indenização.
Theresa May primeira-ministra eleita, porém...
O Partido Unionista Democrático (DUP, na sigla em inglês), da Irlanda do Norte, concordou em apoiar o Partido Conservador da primeira-ministra britânica Theresa May, que perdeu nesta semana a maioria absoluta no Parlamento.
A informação foi fornecida a imprensa pelo escritório da primeira-ministra. Gavin Barwell também foi nomeado como novo chefe de gabinete, após a saída de Fiona Hill, que renunciou na manhã de sábado. Na sexta, o ex-conselheiro da primeira-ministra Nick Timothy, também já havia se demitido, após mau resultado na votação. Barwell foi um dos conservadores que perdeu seu assento no Parlamento nas eleições de quinta.
O DUP possui 10 cadeiras no parlamento alemão e concordou com um acordo de “confiança e apoio”, o que significa que fornecerá suporte ao governo com votos, mas não será formado um governo de coalizão ou pacto mais amplo. Os termos do acordo serão discutidos amanhã
Macron confirma favoritismo e vence na França
O partido Em Marcha, do presidente Emmanuel Macron, obteve 32,6% dos votos, segundo o instituto Elabe para a emissora “BFM TV”. As eleições aconteceram no dia 11 de junho (domingo) no país. 47 milhões de fraceses participaram das eleições.

Em outra pesquisa boca de urna, realizada pelo instituto Ipsos-Sopra Steria para a "Radio France", o partido Em Marcha teve 32,2% dos votos contra 21,5% dos Republicanos, 14% do Frente Nacional e 13,2% do Partido Socialista. Pelos cálculos os candidatos da sigla governista podem ter conquistado até 445 dos 577 assentos da Assembleia Nacional da França.
Partidos deixam a “sopa de letrinhas” e apelam para novas siglas

O PTdoB vai virar Avante; o PSL será Livres, e o PTN o Podemos. Entre os três partidos renomeados, o Podemos está reformulado. Em maio, a sigla PTN, foi aposentada. O Podemos tem conquistado apoios importantes. O senador Álvaro Dias — eleito pelo PSDB e que estava no PV — já aderiu e é cotado para ser candidato a presidente pelo partido. A bancada pode chegar a 24 deputados — superando o PDT. O senador Romário sela sua filiação em 1º de julho. O Livres tem posição diferenciada do Podemos e do Avante. A linha ideológica é na direção da defesa da livre iniciativa, e redução do tamanho do Estado.

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