Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Francisco fez um apelo pedindo o fim das guerras

HELIO FERNANDES

Aproveitando o Domingo de Páscoa, o Papa pediu a paz geral. Pode ser que não seja ouvido, provavelmente não receberá nem resposta. Mas o momento é o mais oportuno possível. Alem das guerras localizadas, Afeganistão, Iraque, esse massacre na Síria, que já dura 6 anos, patrocinado pelo interesse de grandes potencias, como a Rússia.

Sem Putin, Assad não teria resistido tanto tempo. Ha mais ou menos 5 anos, os principais órgãos de comunicação do mundo, davam prazo certo,para o fim do ditador: entre uma semana e 15 dias. Discutia-se até como se daria a ocupação da Síria, e qual seria o destino do ditador.  6 anos e ele cada vez mais forte, mais arrogante, usando armas químicas, e rotulando de IRRESPONSÁVEL quem denunciava esse crime.

Agora surge essa insignificante Coréia do Norte com seus exercícios de mísseis nucleares, assustando o mundo. Não tem nenhuma ligação com qualquer país, a não ser a China. Que se responsabilizou pela obrigação de "apazigua-la".

A China não tem o menor interesse em qualquer tipo de guerra, principalmente nuclear.  Mas como acalmar malucos como esse  ditadorzinho que tem o apoio de militares ainda mais desenfreados.

O MUNDO CAMINHA PARA A PRIMEIRA OU A SEGUNDA GUERRA

O papa é bem informado, tem uma equipe de analistas importantes, e de um lugar bem situado, sabe que esse é o risco que se apresenta diante da humanidade. Se pudesse escolher, preferiria a primeira guerra, que não foi nem total nem mundial. Basta dizer que os Estados Unidos nem participaram. Seu presidente estava morrendo, não queriam que o mundo soubesse. Inteiramente fora do ar, a mulher e alguns generais, controlavam e assinavam por ele.

A Segunda Guerra foi realmente MUNDIAL, apesar dos EUA só terem entrado, 2 anos e 3 meses depois  Oficialmente, a guerra foi declarada em 31 de setembro de 1939. Os EUA só entraram na guerra em 8 de dezembro de 1941. Assim mesmo porque  seu território foi invadido pelos japoneses, na véspera, 7 de dezembro de 41.

Aí, participaram para valer, ganharam a guerra junto com a União Soviética. Num acordo considerado impossível, conseguido pelo estadista Franklin Roosevelt. Só ele conseguiria que Churchill compartilhasse com Stalín.

FIM DAS GUERRAS SÒ COMO FIM DAS FABRICAS DE ARMAS

Enquanto existirem armas, existirão guerras. Têm  que destruir ao mesmo tempo, desde  revolveres, pistolas, fuzis, bombas e todo o resto, até chegar á destruição do que se chamava de bomba atômica  e agora é artefato nuclear. Sem fabricantes de armas, os fabulosos orçamentos militares, dariam para chegar muito perto da igualdade social.

Mais ou menos 100 anos antes de Cristo, o extraordinário Julio Cesar, (um dos 3 maiores  generais da historia do mundo, começando a contar com Alexandre, 300 anos antes de Cristo), atravessava o Rubicão para invadir Roma, invadia, mas estourando seus gastos militares. Se não conseguirem destruir as fabricas de armas, destruirão o mundo.

E o genial Einstein mostrou como será. Quando perguntaram a ele, se haveria a TERCEIRA GUERRA, respondeu: "Se for nuclear, a QUARTA será com paus e pedras, é o que sobrará".


Nas reuniões de sábado e domingo no Alvorada, havia um acordo não escrito: não falaremos na Lava-Jato. Mas indiretamente, o assunto não foi abandonado. Proposta do indireto, textual: "Temos que votar matérias, mesmo polemicas,  para tirar a Lava-Jato das manchetes". Acontece que Temer recua tanto, que nada é polemico.

E só existem duas matérias, que completarão 1 ano com ele, dia 9. A reforma da Previdência e a reforma trabalhista. As duas desnecessárias e contra o povo.

100 anos de Roberto Campos
 
Estaria completando essa idade como diplomata, mas sem ligar muito para a carreira. 
Considerava que na administração publica a concorrência seria mais favorável a ele, logo 
ocuparia um ministério. Não acertou, com JK,ficou como presidente do BNDE. 
(Na época não tinha o S do social. Hoje tem o S, mas continua sem o social).
 
Terminado o período JK, veio Janio e logo João Goulart. Numa das suas primeiras decisões, 
Jango nomeou Roberto Campos embaixador nos EUA. Era o mais compenetrado 
"americanofilo", surpresa até para assessores de Jango. Com o golpe de 64, foi chamado
 imediatamente, passou a ser o mais poderoso e subserviente Ministro do Planejamento.
 
Tinha ligação com empresários americanos, que pretendiam "investir" no Brasil, 
mas consideravam que o passivo trabalhista, era muito alto. È que existia uma legislação estranha, 
que determinava: depois de 10 anos de casa, não podia haver demissão. Roberto Campos criou 
então o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, hoje popularizado como FGTS. 
 
Hoje é insubstituível. Mas na época foi um massacre, os americanos ganharam fortunas, 
não pagavam aos empregados, que foram demitidos em massa. Uns poucos, pouquíssimos, 
conseguiram receber alguma coisa na justiça.
 
Foro privilegiado
 
Rumores cada vez mais repetidos, quase considerados realidade. A presidente Carmen Lucia 
estaria disposta a colocar em pauta, a votação do fim do foro privilegiado. Tem conversado, 
considera que será aprovado até com facilidade, e sem pedido de vista, Gilmar Mendes 
está viajando. Essa seria a solução que todos esperam, para que os processos 
da Lava-Jato não andem lentamente nem atinjam a prescrição.







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