Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

segunda-feira, 16 de abril de 2018


LULA EM SEU GOVERNO LIBEROU BERBA PARA A TV GLOBO. ESCOLHEU DE FORMA DESASTROSA SUA SUCESSORA. VISTA A PRESO, TEM QUE OBEDECER O RITO LEGAL. PRIVILÉGIO PARA LULA TERIA QUE SE ESTENDER A TODOS. MST E CUT EXTRAPOLAM, ENGANAM E SE MOSTRAM INVIÁVEIS EM SUAS AÇÕES DE PROTESTO. LULA GOVERNOU COM A ELITE: ENTRE ELES, SARNEY, COLLOR, ANTONIO CARLOS MAGALHÃES E SETORES DOS MAIS CONSERVADORES E CAPITALISTAS DA NAÇÃO. ESCANCAROU AS ESTATAIS PARA NEGOCIATAS E FEZ VISTA GROSSA PARA ALIADOS E OS BOQUINHAS DO PT. AGORA PATINA COM O REFUGO DO PARTIDO.

ROBERTO MONTEIRO PINHO

Os parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) perderam completamente a linha, com a insistente e deslumbrada tentativa de visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba.

A primeira barrada foi a "abobada" da senadora Gleisi Hoffmann, (marionete do Lula) seguida do senador Roberto Requião e do governador do Maranhão Flávio Dino (PC do B). Para quem governo com apoio de Sarney, Antonio Carlos Magalhães e a elite brasileira, isso não ofusca.
Segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), apesar de o direito de visita ao preso estar devidamente previsto na Lei de Execução Penal, não configura direito absoluto ou ilimitado, devendo ser ponderado diante das peculiaridades do caso concreto, em especial no caso de visitas por menores de idade.
Em seus julgamentos, a corte ressalta que os menores têm proteção prevista no artigo 227 da Constituição Federal e na doutrina da proteção integral, não devendo ser submetidos a ambientes impróprios à sua formação psíquica e moral.
Por essa razão entendo que o ex-presidente, na qualidade de um condenado cumprindo pena, não tenha que ter privilégio, até mesmo para não aviltar os demais presos no país.
Existem situações pontuais que cercam o “caso Lula”, que vem causando indignação pública, apesar de que os marqueteiros do PT entendam que a visibilidade vitimada de Lula, só se consuma, com manifestações no nível em que estão orquestrando.
Aproveitando que já fiz a comparação entre ele e o líder revolucionário Nelson Mandela, devo acrescentar sem nenhum constrangimento, de que Lula não se enquadra nem de longe nesta configuração.
É fácil perceber, que a demonstração a exemplo do acampamento em volta do local onde Lula se encontra e as agressões a jornalistas que cobriam o evento, até a mais cruel e desastrada agressão criminosa de dois comparsas do senador Lindenberg Faria e do Instituto Lula, acrescida ainda da lambança que Gleisi Hoffmann constrói no senado federal, requerendo o acréscimo de Lula nos nomes dos parlamentares do PT.
As manobras soam como alarmante e banal modelo de marketing, retrato tupiniquim, jamais encenado em casos de prisões de políticos condenados por crime da natureza praticada pelo ex-presidente.
Por incrível que pareça 15 políticos, entre governadores e senadores, pretendiam visitar Lula no dia 11 de abril (terça-feira), mas os políticos tiveram o pedido negado:
Querem marketing político e não solidariedade com Lula. Vergonhosos que Lula ainda acredita, refugo do PT.
Parece injusto da parte dos seguidores de Lula, que usem de seu espaço de mídia, para produzir uma situação disforme da realidade dos fatos. O efeito dessa pirotecnia promocional só atinge os próprios membros do seu partido.
Este senhor que agora se diz órfão dos seus direito, construiu sua carreira política ancorado em teorias próprias, da igreja e com a ajuda maquiavélica do general Golbery do Couto e Silva. Durante inúmeras crises, usou a tática: “não sabia de nada”, e reclamou da perseguição da imprensa e das elites. Ocorre que ele governou com apoio dessa elite, composta de José Sarney, Antonio Carlos Magalhães (malvadeza), e Fernando Collor de Melo. Liderou um grupo hoje ironizado de “Ali Babá e os Quarenta Ladrões”.

Para quem acha que foi pouco, lembro que o paternalista Lula ajudou a financiar aquela que considera sua grande adversária: a TV Globo. Para culminar: com a resistência dos membros do partido, escolheu mal a sua sucessora, Dilma Rousseff uma desencontrada, destrambelhada e rançosa senhora, que levou o PT para a agonia que se encontra.


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