Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Coalizão contra o Terrorismo.

27.11.15
Hélio Fernandes

O presidente Holland está tentando juntar potencias para combater a covardia, a ameaça mesmo vazia mas igualmente assustadora, a  possibilidade de implantar a incerteza em todos os lugares. Desde segunda feira, terminando hoje, sexta, conversou com Cameron, Merkel, Obama e ontem, quinta estava em Moscou, com Putin, como antecipei, era elementar, Putin fez carreira na KGB, não se esquecerá jamais. 

Ontem, sexta ao meio dia Holland chegava a Paris, satisfeito não só por voltar para casa, mas também por participar da emocionante homenagem aos 13 mortos da tenebrosa e inesquecível sexta feira 13.

A coalizão está sendo tentada, ainda distante de ser consolidada. Seria fácil, se fosse sem tropas, vontade quase unanime dos parceiros. Mas sem tropas até os terroristas agradecem.

Aécio Neves abandona uma omissão.

Na sessão que pretendia libertar Delcídio pelo voto secreto, o presidente do PSDB não quebrou o silencio durante 4 horas. Não fosse  a competência e a velocidade do líder Cássio Cunha Lima, o voto aberto teria sido derrotado.

Agora, o falastrão reapareceu, quer faturar e complementar a vitoria. Declarou publicamente. "Cabe ao presidente da Mesa representar contra o senador Delcídio e pedir a sua cassação ao Conselho de Ética.Se não fizer eu o farei na segunda feira".

O Conselho é de ética, mas o comportamento de Aécio não é. Teria sido, se o PSDB que ele preside tivesse denunciado e exigisse pelo voto o afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara e imediatamente providenciasse a sua obrigatória cassação. Não fez nada, perdão, ficou meses negociando, a impunidade dele em troca do impeachment da presidente.

Agora os objetivos são subalternos, subservientes, até, usando o lugar comum, maquiavélicos. Cassando o senador, ele perde o foro privilegiado, vai para Curitiba. Abandonado pelo PT e por muita gente, Aécio acredita que facilmente aceitará a delação premiada, o PT não se salvará.

“Como “no verso famoso de Antonio Maria, o PT incorporou o verso inteiro, transformou a poesia na confissão:” Vim pela noite tão longa, de fracasso em fracasso”. Só que o  PT se arruinou 24 horas seguidas desde que chegou ao poder.

Menos de 2002 a 2006, incontestável e inacreditavelmente nos 8 seguidos, até o despenhadeiro de agora, irreversível. Isso é fácil de perceber, Aécio dá o tiro final, enquanto trabalha pela cassação da chapa(inteira) Dilma  -Temer.

O que acontecerá com o dono do Pactual?

Banqueiro tem vida privilegiada, mas foro não. André é o primeiro banqueiro preso , na que outros, até  até mais importantes não merecessem. E não só no Brasil. Em 2007, nos EUA, 5 mil (isso mesmo) banqueiros emprestaram dinheiro a quem não tinha garantias nem recursos para pagamento, provocaram formidável crise financeira que se espalhou pelo mundo.

Eles não perderam nada, os cidadãos é que perderam tudo, tiveram casas e outros bens penhorados, foram á falência, o governo prestou socorro, a quem? Aos banqueiros.

Estou lembrando disso porque André Esteves foi preso pelo Supremo e teve o, pedido de liberdade, recusado também pelo Supremo.


Está numa penitenciaria para presos comuns, é isso que dói nele e no seu advogado mais caro do Brasil.: eles são incomuns, não reconheceram um fato publico e notório.

Comentários:

Cabe unicamente ao Senado Federal decidir sobre a manutenção da prisão de um senador Nunca me senti a vontade para redigir um texto,notadamente porque todos sabem,qual é a minha posição em relação ao Partido dos Trabalhadores. Mas aqui,não se trata aqui de defender o senador Delcídio Amaral,ou qualquer outro congressista,mas tão somente de observar e, principalmente, cumprir uma determinação constitucional. A manutenção ou não da prisão preventiva do líder do Governo no Senado, senador Delcídio Amaral do PT de Mato Grosso do Sul depende da avaliação do plenário da Casa. De acordo com a Constituição Federal, deputados federais e senadores não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. O prazo para votação,pelo Senado é de 24 horas. Na manhã desta quarta-feira, 25, o senador Delcídio foi preso pela Polícia Federal por supostamente estar atrapalhando apurações da Operação Lava Jato. Ele foi acusado de dificultar a delação premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor em


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