Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

terça-feira, 15 de março de 2016

LULA-LÁ MINISTRO E “O FUTURO A DEUS PERTENCE”. DILMA PODE ASSINAR E ASSASSINAR AS PRETENSÕES DE LULA EM 2018. A LAVA JATO “NÃO VAI DEIXAR PEDRA SOBRE PEDRA”
A base do Partido dos Trabalhadores – PT, se desmancha covardemente, influenciada pela provável prisão de Lula, o impeachment de Dilma, ou a cassação do mandato da dupla Dilma -Temer.

O militante Paulo de Tarso Venceslau expulso da legenda em 1998, após denunciar um suposto esquema de corrupção envolvendo o compadre de Lula, o advogado Roberto Teixeira, em contratos com prefeituras paulistas administradas pelo PT nos anos 1990. Traça esse perfil. Para ele o partido acabou. “O que restam no PT são resquícios religiosos. Que fazem da política uma seita. Não interessa os fatos, não interessa a verdade”.

“O partido está reduzido a isso, pois não há verdade que abale essa fé," afirma Paulo de Tarso a um jornalão, ele que atualmente dirige o jornal Contato, sediado na cidade de Taubaté-SP.

Essa fase da operação, batizada de Aletheia (a busca da verdade, em grego), apura se empreiteiras e o pecuarista José Carlos Bumlai favoreceram Lula nas obras e aquisição do sítio em Atibaia e o tríplex no Guarujá.
O ex-presidente nega as acusações e que seja dono dos imóveis. "O que aconteceu hoje foi um desdobramento anunciado e mostra que as instituições estão funcionando regularmente bem. Se não ocorresse nada, aí sim seria estranho, pois iria prevalecer a fanfarronice do ex-presidente, dizendo publicamente que não prestaria depoimento algum", afirma o ex-militante.
Em junho de 2013 milhões de pessoas foram às ruas, para denunciar entre outros de que “vocês não nos representam”, numa clara e insofismável posição antagônica ao sistema política, suas praticas e a postura dos que comandam a nação, a partir da mais alta cúpula, a presidência da República, até a base da pirâmide construída, com a primeira eleição de Lula da Silva em 2001
Sem a militância oxigenada por cargos de terceiro e quarto escalão nas empresas públicas e no executivo federal, os petistas, conhecidos como “boquinhas”, já dão sinais de fadiga, e não mais, como outrora dá sustentação política a cúpula partidária, eivada de vícios, e envolvidas em escândalos de corrupção. No topo desta inquieta situação da pirâmide, estão o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e a atual presidente Dilma Rousseff.
O golpe de misericórdia foi dado pelo AP 470, (Lava-Jato). Foram muitos escândalos, prisões e um total desmanche da venerada figura de Lula-lá, com seus boquinhas domésticos. Sem dúvida, hoje o processo de impeachment é algo num nível muito acima, tanto quanto a prisão do ex-presidente.
A máquina das investigações caminha velozmente em busca de novas figuras, o presidente do senado, Renan Calheiros é uma delas. Próximo da presidente, fazendo o contra ponto com o grupo que ainda resiste aceitar o impeachment.
A presidente Dilma Rousseff, não foi digna de sua indicação pelo seu descobridor Lula, ao contrário, foi a que protagonizou tudo que ai está, pela omissão, pela má condição do processo administrativo, das relações políticas e no cumprimento do protocolo do pacto governista, cuja estabilidade está ínsita em uma de suas cláusulas.
Sem governo, sem credibilidade e sem voto, o PT vai para o lugar comum de tantas outras legendas a exemplo da UDN, e PFL, que se desmancharam em cacos, indo acoplar em novas siglas, hoje uma “sopa de letrinhas”, com 32 partidos registrados no TSE.
Lula-lá terá que pedir asilo político a Dilma, uma tentativa de golpe jurídico, eis que se beneficiará com o foro privilegiado.
Se Dilma assinar, o Lula-Lá nomeado ministro, ela  terá assassinado as pretensões de 2018.
Temos uma nação que naufraga por absoluta falta de comando. Estamos a deriva.


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