Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

domingo, 1 de março de 2015

A SURREAL E INIMAGINÁVEL, INVISÍVEL PRESIDENTE DO BRASIL.
ROBERTO MONTEIRO PINHO
02.03.15
A presidente Dilma Rousseff está promovendo com todas as letras um, “arrocho” tributário, que ela teima em dizer, ”ajuste fiscal” ou “reforma tributária”. A diferença entre os três, reside exatamente no eixo da pretensão governamental, que desmancha de forma desvairada e absolutamente “insana’, todo compromisso assumido com ma sociedade, durante a campanha eleitoral de 2014.
Lembro aqui, que Dilma afirmou em entrevista ao programa especial GloboNews Eleições que no futuro, que seus quatro anos de governo ficariam marcados pelos investimentos em infraestrutura. Para ela, seu período à frente do Executivo criou as condições para que a economia do Brasil torne-se mais competitiva.
Na mesma oportunidade, Dilma disse que o país teria condições de crescer a taxas maiores e dar um salto. Mas a presidente criticou o pessimismo sobre o Brasil. O pessimismo não é uma boa reação à crise. O pessimismo é uma péssima reação à crise, afirmou.
E um dos seus muitos lampejos de imaginação surreal, ela afirmou: (...) “O risco do pessimismo em economia é de ser uma profecia autorrealizável”. E acertou! - a conta de luz vai ficar mais cara para consumidores atendidos por 58 concessionárias.
A revisão tarifária extraordinária para essas empresas foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e a previsão é de aumento médio de 23,4%. No rastro dos aumentos as contas de água tem aumento estimado em 27,6%.                        
Enquanto a população está sendo atingida diretamente no seu bolso, indiretamente vêm mais novidades. È que após determinar limites de gastos para cada ministério com custeio e investimento até abril, o governo Dilma Rousseff publicou no dia 27 de fevereiro (sexta-feira) medida provisória reduzindo o benefício fiscal da desoneração da folha de pagamento.

Com a medida os setores que pagavam 2% passarão a pagar 4,5% sobre o faturamento. Os que pagavam 1%, passarão a pagar 2,5%. (Adivinhem quem pagará a conta?).

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