Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

segunda-feira, 5 de março de 2018


JUDICIÁRIO AMEAÇADOR, CONTRANGEDOR E ARDILOSO. JUÍZES  ARROGANTES, EXTREMAMENTE AGRESSIVOS E INDOLENTES COM A SOCIEDADE. UM BRASIL ABANDONADO. COM PODERES FALIDOS E CORRUPTOS. UMA POPULAÇÃO COM MAIORIA POBRE, SEM SAÚDE, EDUCAÇÃO, ESGOTO, ALIMENTAÇÃO E MORADIA. EM MESES VAMOS ESCOLHER UM NOVO PRESIDENTE. VOTAÇÃO VULNERÁVEL, VOTOS SEM CONSCIÊNCIA, COMPRADOS E CONQUISTADOS NA INCESSANTE  EXPOSIÇÃO NO HORÁRIO DA TV.
ROBERTO MONTEIRO PINHO
O judiciário brasileiro se constituiu numa ameaça a sociedade brasileira, que se vê compulsiva em aceitar os desmandos, e posicionamentos de toda ordem.
Revestido de uma proteção extremamente audaz e exagerada, seus atores, fazem e desfazem de tudo e de todos, sem que nada lhes possa atingir. Esse quadro anômalo se instalou no país, a partir do golpe militar de “64”, quando para derrubar o governo Jango Goulart e fechar o Congresso, os militares sublocaram a mais alta Corte, o STF que conspirou contra os direitos civis, para em troca ganhar a Lei da Magistratura Nacional – Loman, que é o pior e mais violento texto instrumento da República.
Há muito observo o crescente avanço da magistratura, colando suas ações na sintonia desse Estado corrupto e golpista, que tem obviamente o patrocínio de organismos financeiros internacionais, podendo citar aqui o BIRD e a própria Nações Unidas, que aqui chegam hospedes do BNDES.
Sempre defendo a máxima de que o “mal que se faz a um se faz para todos.” Destaco aqui o alerta da jornalista e escritora Tânia Faillace de que “... está sendo programada uma limpeza não-étnica, mas de espécie - para reduzir a população mundial a 500 milhões de pessoas. O que exigirá não apenas muitas guerras e genocídios convencionais, como o envenenamento do ambiente e desenvolvimento de novas cepas viróticas mortais, como já foram criadas em décadas passadas, HIV, Ebola, Zika e outras.”  

Comungo mais com a opinião de que: Os três maiores negócios mundiais em termos de valores são: petróleo (destrutivo do ambiente em todas as suas fases, desde a extração, o uso e os lixos daí resultantes, inclusive plásticos), armas (diretamente destruidoras da população "excedente"), e as drogas para controle mental dos sobreviventes.”

Dentro desse programa, é absolutamente imprescindível aos um por cento ou 5% dos mais ricos controlar todos os territórios habitados ou não do planeta, para usar e administrar em proveito próprio suas riquezas e controlar (reduzindo drasticamente) suas populações.

O Brasil tem a maiores taxas de mortalidade infantil, pobreza e habitacional. Isso sem contar com o sistema de esgoto que não chega a 60% da população. Estados a exemplo do Maranhão, registram famílias vivendo com renda inferior a 100 dólares/ano. Como se isso não bastasse, não tem acesso a saúde, educação e alimentação.

O Estado brasileiro é dividido no Congresso, como se ali fosse a Bolsa de Negócios e não uma casa legislativa. Da mesma forma, temos um judiciário cujos atores só interessa o alto salário (o maior do planeta na área da justiça), e as vantagens, inexistentes até mesmo em pátrias onde existe o domínio de catas dominantes, a exemplo, os países árabes.

Vamos discutir agora a escolha do novo presidente do Brasil.

Estaremos compelidos a escolher ao menos pior, não votar, ou anular o voto. Essas opções só aparecem como possibilidade, em face de que o voto é obrigatório. Obrigação, registrada em urnas “não confiáveis”, adotadas apenas em mais dois países, Afeganistão e Filipinas.

A fraude se não acontecer, (o que é improvável) na contagem dos votos, certamente estará presente na formação da nova administração do Alvorada.

Um Poder que não terá legitimidade, eis que será produzido e esquentado pelos poderes da República, como se isso fosse absolutamente normal. Mesmo que 80% do Congresso sejam compostos de ex-condenados e corruptos.

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