Editoria: Helio Fernandes. Subeditoria: Roberto Monteiro Pinho

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

CARTA DE TEMER A DILMA. UM PAPEL MEDÍOCRE PARA UMA EX-PRESIDENTE MEDÍOCRE. DILMA E LULA A DUPLA MEDIOCRIDADE, A LATENTE VISÃO DE UM PT, MORIMBUNDO E MENTIROSO. O QUE ESPERAR PARA 2018? E A ELEIÇÃO? SEM NOMES, NOMES SEM CARÁTER, QUADRILHEIROS, UM BANDO DE CORRUPTOS IRÔNICOS.

ROBERTO MONTEIRO PINHO

Em 7 de dezembro de 2015 o então vice-presidente Michel Temer, diante da apatia e rejeição de Dilma ao PMDB e a sua pessoa, endereçou uma Carta a presidente Dilma Rousseff.  O longo texto elencado, não vamos publicar aqui. No entanto segue alguns dos pontos.

(...) Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim, Gera desconfiança e menosprezo do governo.
Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

Segundo acompanhamos, a partir daí, Dilma sequer se dignou responder, ou conversar sobre o assunto.

Neste mesmo compasso o próprio ex-presidente Lula, estava tendo dificuldades de conversar com a presidente, fato este que foi manifesto nas redes sociais do próprio Partido dos Trabalhadores e seguidores.

O sinal latente da blindagem de Dilma a Lula, foi amplamente divulgada no site em.com.br, sob o titulo “Dilma e Lula vivem uma relação em crise”

A crise existiu e no dia 24 de junho de 2015, foi publicado que: “Depois das declarações de Lula contra o governo e o PT, Dilma faz afirmações lacônicas, que expõem ainda mais as dificuldades de entendimento entre o criador e a criatura”

Em entrevista depois de uma reunião com integrantes do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, ela afirmou: “Eu acho que todo mundo tem o direito de criticar. Mais ainda o presidente Lula. Até porque ele é muito criticado por vocês”, comentou a presidente, dirigindo-se aos jornalistas.

Dilma foi para o cadafalso, teve o impeachment e como conseqüência o desfecho que levou seu algoz o presidente da Câmara deputado Eduardo Cunha a ser afastado do cargo, investigado, julgado, condenado e ser trancafiado atrás das grades.

Após controvérsias, e ampla discussão Michel Temer, assumiu a presidência e ali permanece em meio a protestos, mas PERMANECE.

O ano esta no fim. 2018 será decisivo para o povo brasileiro. Milhões de eleitores irão as urnas para confirmar ou não nomes da política tradicional. Tudo indica que o cidadão não quer políticos comprometidos com esquemas de corrupção.

No dia 6 de novembro, Lula em pré-campanha a presidente, diante de um público de milhares de apoiadores e ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff, ele fez um comício de 25 minutos num palco montado na praça central de Maricá (RJ), cidade praiana governada pelo PT.

"Eu nunca na minha vida vi o Rio tão pobre, infeliz, quase na falência. O governador não tem 1% de aprovação, o outro governador está preso, o outro também, a governadora também, o presidente da Assembleia também.

A política está em processo de destruição no País e o Rio é exemplo disso", disse Lula, em referência ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), aos ex-governadores Sérgio Cabral (PMDB), Anthony Garotinho (PR) e Rosinha Garotinho (PR) e ao presidente afastado da Alerj Jorge Picciani (PMDB).

Esse é o discurso de Lula. O mesmo de sempre, fala como se o PT fosse um partido de sacristães. O petista pertence ao grupo que responde a vários processos de corrupções. Posa de vítima, mas não provou sua inocência.

Infelizmente esse é o quadro que temos da política nacional. Um ex-presidente, com discurso impróprio a situação e realidade que vivemos.


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